Boca te tacho fala, fala muito. Esse sítio é destinado a inúmeras tarefas: ser um espaço que contrapõem a imprensa calhorda de Ponta Grossa - o desodorante da princesa, afinal de contas a princesinha também fede, fede a bravata, muito mais do que a esgoto. - Um espaço de breves observações sobre esta cidade, suas manias, sua política e seu contraponto. Um sítio que também serve de abrigo a todos os bocas de gamela, que ousam a subverter a ordem, bater de frente com os mocinhos que há muito tempo só estupram a madame real "Princesa dos Campos".

13/05/2012

Congresso da UJS PG: A juventude na pressão por mudanças.


Na última quarta-feira, dia 09 de maio, aconteceu o Congresso Municipal da UJS Ponta Grossa, com muita discussão política, representatividade e até ato público na Câmara dos Vereadores da cidade. O Congresso Municipal da entidade já prepara a UJS local para os dois congressos subsequentes que estão por vir, o Congresso Estadual, no próximo dia 19 de maio, na cidade de Cascavel e também a etapa nacional, que acontecerá na cidade do Rio de Janeiro em junho.
Felipe Soares falando sobre o protagonismo dos estudantes.
Auditório lotado, preparando o ato na CMPG.
O Congresso reuniu ao todo, aproximadamente 120 estudantes, além de congregarem no nome de Mauricio Martinkoski para presidente pelos prximos dois anos, se atentaram principalmente há duas pautas especificas. O direito dos estudantes pela meia-entrada em eventos esportivos e culturais, que na cidade de Ponta Grossa é constantemente desrespeitado pelos promotores de eventos, principalmente shows musicais. Aliel Machado, ex-presidente da UJS PG, atentou-se do caso do ingresso solidário, que mesmo nessa situação (geralmente descontos para quem leva alimento a ser doado) os estudantes têm o direito da meia-entrada.
Outro assunto bastante comentado, o transporte coletivo da cidade levantou inúmeros questionamentos dos estudantes. Os estudantes questionaram  a ação do poder público na falta de fiscalização do serviço prestado, além do valor da tarifa exorbitante, das filas quilométricas que são submetidos todos os anos para renovação de seus cartões, também chamaram a atenção pelo fato de cidades aqui mesmo no Paraná, contarem com o passe-livre aos estudantes.
Sergio Gadini, jornalista e professor da UEPG, saudando o Congresso da UJS
Logo depois do Congresso, os estudantes seguiram até a Câmara Municipal de PG, onde entregaram uma carta aos vereadores, pedindo um olhar mais criterioso ao cumprimento dos direitos dos estudantes em nossa cidade. O ato confirma a força política da entidade, que promete mais ações (por vias institucionais e manifestações) para promoção de um debate político que coloque a juventude na pauta do município.
Em luta! Estudantes de PG, somando com  UJS.
Adrielly Salvador, vice-presidente da UJS Ponta Grossa, comenta sobre a importância da organização da UJS na cidade e projeta as pautas do Congresso Estadual da União da Juventude Socialista o Congresso Estadual é de extrema importância pra entidade porque existem opiniões diferentes dentro da UJS, que necessitam serem expostas e debatidas pra própria formação dos nossos militantes.Precisamos dessa discussão de base e de entendimento da entidade, até porque, antes do congresso estadual, a gente fez os congressos municipais que levantam questões locais no caso aqui em Ponta Grossa, enfatizamos a meia entrada e a questão do transporte público na estadual essas questões locais são expostas.” 
Estudantes na concentraçao, em frente a CMPG

Aliel Machado, estudante de Pedagogia, lendo a carta na tribuna.







O Congresso Municipal da UJS contou também com a presença do Professor  e jornalista, Sérgio Luíz Gadini, grande parceiro dos movimentos sociais da cidade, que exaltou o protagonismo da juventude, principalmente da UJS, nos movimentos da cidade. Já Gustavo Martinkoski, presidente da União Municipal dos Estudantes Secundaristas Pontagrossense, lembrou que a juventude ao lutar por seus direitos, precisa de responsabilidade e coragem para conseguir êxito.
Nas redes e nas ruas, lutando por uma cidade do tamanho dos nossos sonhos! 

08/05/2012

As decisòes do STF e o protagonismo da UJS


As decisões do STF e o protagonismo da UJS

Nos meses de abril de maio de 2012, ganharam repercussão pelo menos três questões cujos temas revelam calorosas e exaltadas opiniões. O STF – Superior Tribunal Federal, corte suprema na República do Brasil, julgou ser legal o aborto de crianças anecefalas (que não desenvolvem cérebro durante a gestação). Também julgou ser legal e de caráter histórico-social as políticas afirmativas que garantem o acesso da juventude negra a universidade, para desespero da direita política brasileira, principalmente o DEM. Julgou também ser constitucional o Programa Universidade Para Todos, mais precisamente o PROUNI, programa de bolsas de estudos para alunos socialmente desfavorecidos.

O que UJS tem com isso?
A União da Juventude Socialista levantou sua bandeira em defesa de todas as pautas confirmadas pelo STF acima citadas. Os debates sobre o aborto foram sempre muito bem discutidos pela entidade de maneira madura e democrática. Mais do que o aborto, uma visão panorâmica da saúde pública da mulher, dos direitos democráticos e da responsabilidade do papel do Estado, foram pautas que a UJS há muito já discute e encaminha por vias legais, por mobilizações de massa, e no cotidiano de sua militância.
As cotas nas universidades públicas foi outra bandeira que a UJS empunhou, politizando sua juventude no caráter histórico-social que as cotas revelam. E agora, mérito pra gente de novo, no começo da primeira década do século XXI, quando a discussão sobre as cotas se avolumou pelo país, quando muitas organizações partidárias da própria esquerda relutavam e titubeavam sobre as cotas raciais, a UJS foi protagonista novamente. Afirmando claramente seu apoio e militância para a democratização da universidade, para que juventude negra tivesse acesso imediato aos cursos superiores. E que as cotas devem ser acompanhadas por investimentos e qualificação na educação básica no país.
Sobre o PROUNI, a mesma situação. Fomos a primeira juventude politizada no Brasil a não ter medo da realidade, defender o PROUNI como medida inclusiva da juventude brasileira menos favorecida nas universidades, mesmo que privadas, desde que ao mesmo tempo o processo de expansão e qualificação da universidade pública fosse também se desenvolvendo, fato que nos últimos 9 anos no Brasil vem se confirmando com o ciclo aberto pelo Governo Lula.
Pelo jeito, o que a UJS defende, luta e trabalha, vem se tornando políticas reais que interferem diretamente na vida da juventude brasileira. Sob essa perspectiva, a VEJA que tome cuidado, pois o 16 Congresso da UJS tem o tema: “Nas Redes e nas Ruas: Lutando por um Brasil de Nossos Sonhos”. Quem sabe a Ley de Medios não seja nossa próxima conquista? 



VIVA A UNIAO DA JUVENTUDE SOCIALISTA!

16/04/2012

UMESP Reconstruída! De pé a luta dos estudantes de Ponta Grossa.


Mesa de abertura do Congresso de Reconstrução da UMESP.
No último dia 14 de abril, aconteceu no Grande Auditório da UEPG, o congresso de reconstrução da UMESP – União Municipal dos Estudantes Secundaristas Pontagrossense. Congresso esse que contou com uma ampla representatividade de vários grêmios estudantis da cidade e alunos no geral e elegeu Gustavo Martinkoski como presidente da entidade. Estiveram presentes também no evento, o professor universitário Sérgio Luiz Gadini e o Deputado Péricles, Adrielly Salvador representou o CA de Pedagogia da UEPG, Higor Juan pela União Paranaense dos Estudantes Secundaristas.
Junto ao congresso de reconstrução da UMESP, reconstrói-se também a luta dos estudantes na cidade de Ponta Grossa. Lembremos que o ultimo grande ato, que bateu de frente com a VCG e os desmandos do poder público em relação ao transporte coletivo da cidade, teve como protagonista os estudantes secundaristas da nossa cidade que em 2009 tomaram a Avenida Vicente Machado. Pelas conversas no congresso do ultimo dia 14, a luta por um transporte público de qualidade será um dos carros chefes da juventude de luta em Ponta Grossa.
UMESP EM 2009, protagonizando a luta por um transporte de qualidade

Além disso, outras questões como o direito a meia-entrada em eventos esportivos, culturais, artísticos; acesso ao esporte e lazer e melhorias nas condições escolares foram assuntos discutidos pela juventude.
Plenária contando com representantes de vários colégios do município.
A diretoria da UMESP conta com mais de 20 pessoas, que terão a missão de capilarizar as pautas de luta pelos colégios da cidade, pelos espaços da juventude e na vida cotidiana. Uma galera cheia de sonhos e com muita vontade de transformar a realidade tanto de Ponta Grossa, como de se mostrar atenta as pautas da educação nacional. Gustavo Martinkoski em seu discurso de posse, lembrou da luta pelos 10% do PIB pra Educação, que será também uma luta da UMESP.
Não tenho dúvidas, a luta estudantil ganha uma nova fase em nossa cidade. Protagonizar as lutas pela educação e por uma sociedade mais justa e fraterna. VIVA A UMESP.

07/04/2012

Desencargos da Classe Media "apolítica": Direita, volver!

Boca de Tacho também sabe fazer quadrinhos, se liga! Quem nunca escutou discursos assim? Quadrinhos sem lá muita graça, mas com muito ácido. "Sou da seguinte opinião.." e depois dessa chamada as besteiras que tocam na alma. Se você se identificar com algum dos personagens abaixo, parabéns, classe média: direita volver!





06/04/2012

Editorial da Carta Capital - Por Mino Carta

Acessado em http://www.cartacapital.com.br/politica/demostenes-marconi-e-policarpo/

O caso do senador Demóstenes Torres é representativo de uma crise moral que, a bem da sacrossanta verdade, transcende a política, envolve tendências, hábitos, tradições até, da sociedade nativa. No quadro, cabe à mídia um papel de extrema relevância. Qual é no momento seu transparente objetivo? Fazer com que o escândalo goiano fique circunscrito à figura do senador, o qual, aliás, prestimoso se imola ao se despedir do DEM. DEM, é de pasmar, de democratas.
Ora, ora. Por que a mídia silencia a respeito de um ponto importante das passagens conhecidas do relatório da Polícia Federal? Aludo ao relacionamento entre o bicheiro Cachoeira e o chefe da sucursal da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior. E por que com tanto atraso se refere ao envolvimento do governador Marconi Perillo? E por que se fecha em copas diante do sequestro sofrido por CartaCapital em Goiânia no dia da chegada às bancas da sua última edição? Lembrei-me dos tempos da ditadura em que a Veja dirigida por mim era apreendida pela PM.
A omissão da mídia nativa é um clássico, precipitado pela peculiar convicção de que fato não noticiado simplesmente não se deu. Não há somente algo de podre nas redações, mas também de tresloucado. Este aspecto patológico da atuação do jornalismo pátrio acentua-se na perspectiva de novas e candentes revelações contidas no relatório da PF. Para nos esclarecer, mais e mais, a respeito da influência de Cachoeira junto ao governo tucano de Goiás e da parceria entre o bicheiro e o jornalista Policarpo. E em geral a dilatar o alcance da investigação policial.
Quanto à jornalística, vale uma súbita, desagradável suspeita. Como se deu que os trechos do documento relativos às conversas entre Cachoeira e Policarpo tenham chegado à redação de Veja? Sim, a revista os publica, quem sabe apenas em parte, para demonstrar que o chefe da sucursal cumpria dignamente sua tarefa profissional. Ou seria missão? No entanto, à luz de um princípio ético elementar, o crédito conferido pelo jornalista às informações do criminoso configura, por si, a traição aos valores da profissão. Quanto à suspeita formulada no início deste parágrafo, ela se justifica plenamente: é simples supor vazamento originado nos próprios gabinetes da PF. E vamos assim de traição em traição.
A receita não a dispensa, a traição, antes a exige nas mais diversas tonalidades e sabores. A ser misturada, para a perfeição do guisado, com hipocrisia, prepotência, desfaçatez, demagogia, arrogância etc. etc. E a contribuição inestimável da mídia, empenhada em liquidar rapidamente o caso Demóstenes, para voltar, de mãos livres, à inesgotável tentativa de criar problemas para o governo. Os resultados são decepcionantes, permito-me observar. A popularidade da presidenta Dilma acaba de crescer de 72% para 77%.

E aqui constato haver quem tenha CartaCapital como praticante de um certo, ou incerto, “jornalismo ideológico”. Confesso, contristado, minha ignorância quanto ao exato significado da expressão. Se ideológico significa fidelidade canina à verdade factual, exercício desabrido do espírito crítico, fiscalização diuturna do poder onde quer que se manifeste, então a definição é correta. E é se significa que, no nosso entendimento, a liberdade é apanágio de poucos, pouquíssimos, se não houver igualdade. A qual, como sabemos, no Brasil por ora não passa de miragem.
E é se a prova for buscada na nossa convicção de que Adam Smith não imaginava, como fim último do capitalismo, fabricantes de dinheiro em lugar de produtores de bens e serviços. Ou buscada em outra convicção, a da irresponsabilidade secular da elite nativa, pródiga no desperdício sistemático do patrimônio Brasil e hoje admiravelmente representada por uma minoria privilegiada exibicionista, pretensiosa, ignorante, instalada no derradeiro degrau do provincianismo. Ou buscada no nosso apreço por toda iniciativa governista propícia à distribuição da renda e à realização de uma política exterior independente.
Sim, enxergamos no tucanato a última flor do udenismo velho de guerra e em Fernando Henrique Cardoso um mestre em hipocrisia. Quid demonstrandum est pela leitura do seu mais recente artigo domingueiro na página 2 do Estadão. O presidente da privataria tucana, comprador dos votos parlamentares para conseguir a reeleição e autor do maior engodo eleitoral da história do Brasil, afirma, com expressão de Catão, o censor, que se não houver reação, a corrupção ainda será “condição de governabilidade”.

Achamos demagógica e apressada a decisão de realizar a Copa no Brasil e tememos o fracasso da organização do evento, com efeitos negativos sobre o prestígio conquistado pelo País mundo afora nos últimos dez anos. Ah, sim, estivéssemos de volta ao passado, a 2002, 2006 e 2010, confirmaríamos nosso apoio às candidaturas de Lula e Dilma Rousseff. Se isso nos torna ideológicos, também o são os jornais que nos Estados Unidos apoiaram e apoiarão Obama, ou que na Itália se colocaram contra Silvio Berlusconi. Ou o Estadão, quando em 2006 deu seu voto a Geraldo Alckmin e em 2010 a José Serra.
Não acreditamos, positivamente, que de 1964 a 1985 o Brasil tenha sido entregue a uma “ditabranda”, muito pelo contrário, embora os ditadores, e seus verdugos e torturadores, tenham se excedido sem necessidade em violência, por terem de enfrentar uma resistência pífia e contarem com o apoio maciço da minoria privilegiada, ou seja, a dos marchadores da família, com Deus e pela liberdade. Hoje estamos impavidamente decepcionados com o comportamento de muitos que se apresentavam como esquerdistas e despencaram do lado oposto, enquanto gostaríamos que a chamada Comissão da Verdade atingisse suas últimas consequências.
Agora me pergunto como haveria de ser definido o jornalismo dos demais órgãos da mídia nativa, patrões, jagunços, sabujos e fâmulos, com algumas exceções, tanto mais notáveis porque raras. Ideologias são construídas pelas ideias. De verdade, alimentamos ideias opostas. Nós acreditamos que algum dia o Brasil será justo e feliz. Eles querem que nada mude, se possível que regrida.

24/03/2012

Passado, Presente...Socialismo! PCdoB outros 90




Ser militante do Partido Comunista do Brasil requer responsabilidades pesadas e árduas que precisam de desenvolvimento diariamente. Primeiro por uma questão política pois defender, nos mais diversos campos, uma sociedade mais fraterna e igualitária contra os interesses perversos de um projeto que se mostra a cada dia no revés da igualdade é tamanhamente difícil, o outro lado tem táticas bem definidas e muito consolidadas. Segundo, militar nesse partido é colocar sobre os ombros uma história quase centenária das lutas sociais do Brasil, o incrível disso tudo é que cada vez mais a militância do PCdoB está encarando de frente esses desafios.
A questão é que o PCdoB rompe os seus noventa anos, mais jovem do que nunca em sua história, mas com a maturidade de quem em quase um século de vida, aprendeu mesmo com os erros e desses momentos soube montar seu plano estratégico baseado na soberania nacional, no desenvolvimento das forças populares e na luta por um Brasil justo socialmente. E camaradas, ser jovem aos noventa é uma contradição prazerosa à todos que acreditam no Partido Comunista do Brasil.
Um partido que enfrenta as mais difíceis batalhas intrínsecas da luta de classes em nosso país, que é reprimido duramente, lembremos as inúmeras tentativas em se acabar com o Partido Comunista do Brasil, colocando-o na ilegalidade durante mais da metade de sua vida. Lembremos também da insistente cassada da mídia golpista em criminalizar o PCdoB e jogar na vala comum da maioria dos partidos de alugueis. Pois é, eu ainda não esqueci a cruzada da Veja, Época, Globo, Folha em tentar incriminar o Ministro Orlando Silva, acusações que jamais se fundamentaram. Enfrentamos os desafios ontem e hoje. Como diz a juventude “desculpaê”, mas meu partido desde 1922 continua sem um escândalo político.
Ter coragem de se reorganizar em 1962, buscando outras formas de atuação social, buscando outros meios de organizar a luta política estratégica.
O combate direto contra a Ditadura Militar, os bravos combatentes da Guerrilha do Araguaia, que colocaram a própria vida no jogo desigual contra os militares, no sonho por um país livre, soberano e justo. Osvaldão, Joca, André Grabóis, Jorge, Juca, Dina, Fátima…TODOS VOCÊS, PRESENTES!
A redemocratização do Brasil foi uma luta pela nossa própria legalidade política, pelo nosso direito de balançar a bandeira vermelha nas praças, nas universidades e nas ruas do Brasil, mais adiante ao enfrentamento contra as políticas de estado mínimo do FHC até a consolidação da primeira vitória institucional popular no Brasil, com o presidente Lula. O papel de “amigo chato” não é fácil, participar de um governo Lula/Dilma é reconhecer um estancamento de uma política entreguista, mas cobrar insistentemente nos avanços que ainda são estruturais para o Brasil.
E a realidade é de um PCdoB cada vez mais ligado com o povo brasileiro, até porque, essa é sua essência, um partido do povo que se organiza coletivamente e que das mais diversas instancias sociais desenha sua realidade de acordo com nossas convicções. Falar do socialismo com a nossa cara e com o nosso jeito. Por isso a importância da UBM, da UNEGRO, do VERMELHO, da CTB, da UJS… Um partido vivo e atuante nos segmentos da sociedade.
Um partido que é jovem aos noventa, sonha com um Brasil do tamanho de nossas idéias, me sinto orgulhoso em fazer parte da História protagonista deste jovem e velho partido.

*Felipe Soares é militante do Partido Comunista do Brasil